segunda-feira, 21 de junho de 2010

A DESTRUIÇÃO DA AMAZÔNIA


Segundo o IBAMA, a fertilidade natural dos solos é baixa. A floresta Amazônica é um ecossistema auto - sustentável. Ela se matém com os seus próprios nutrientes num ciclo permanete. Existe um delicado equilíbrio nas relaçõesdas populações biológicas que são sensíveis a interferências antrópicas. A amazônia apresenta uma grande variedade de ecossistemas, dentre os quais se destacam: matas de terra firme, florestas inundadas,várzeas, igapós, campos abertos e cerrados. Consequêntemente a Amazônia abriga uma infinidade de espécies vegetais e animais: 1,5 milhão de espéscies vegetais catalogadas; três mil espécies de peixes; 950 tipos de pássaros; e ainda insetos, répteis, anfíbios e mamíferos...


A destruição das florestas tropicais, além de reduzir a biodiversidade do planeta, cauda erosão nos solos, degrada áreas de bacias hidrográficas, libera gás carbonico para atmosfera, causa desequilíbrio social e ambiental. A redução da umidade da amazônia faz reduzir as chuvas na região centro-sul brasileira.
Letícia da Silva Cidade

Começa o fim dos termômetros de mercúrio!

Publicado em: 25 de maio de 2010
Fazer as crianças pararem cinco minutos com um termômetro embaixo do braço não é fácil. O que pensar, então, quando o termômetro é de vidro e recheado de uma substância tóxica?

Mais que uma grande dúvida para as mães, os termômetros de mercúrio são um risco ao ambiente, pois seu rompimento pode contaminar o solo e os lençóis freáticos, por exemplo.

Permitido no Brasil, o produto foi proibido por autoridades sanitárias em países da Europa. A boa nova é que ele acaba de deixar de ser comercializado em 263 farmácias de 18 estados brasileiros.

A iniciativa das drogarias da rede Walmart Brasil começou no início deste mês e traz o modelo digital com valor reduzido - menos de R$10 - como alternativa para o consumidor.

Além de não conter mercúrio, o digital mede a temperatura em menos tempo e não quebra, um alívio para as mães. Na mesma onda de preocupação e alerta, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) criou um grupo de trabalho para encontrar possibilidades de redução do uso do metal pesado.

Fonte: Mariana Müller

Disponível em: http://wp.clicrbs.com.br/nossomundosustentavel/2010/05/?topo=13,1,1

Acessado em: 21/06/2010

Postado pela aluna Marciani Peres

SONHOS DE DEUS

O ser humano-corpo-alma tem uma singularidade:pode sentir-se parte do universo e com ele conectado;pode entender-se como filho e filha da Terra,um ser de interrogações derradeiras,de responsabilidade por seus atos e pelo futuro comum com a Terra.Ele não pode furtar-se a´perguntas que lhe surgem ineludivelmente: Quem sou eu? Qual é meu lugar dentro desta ´miríade de seres?O que significa ser jogado nesse minúsculo planeta Terra?Donde provém o inteiro universo? Quem se esconde atrás do curso das estrelas? O que podemos esperar além da vida e da morte?Por que choramos a morte dos nossos parentes e amigos e a sentimos como drama sem retorno?Significa especialmente cuidar da espiritualidade experienciando Deus em tudo e permitindo seu permanente nascer e renascer no coração.Então poderemos preparar-nos.com serenidade e jovialidade,para a derradeira travessia e para o grande encontro.
Fonte:Livro de Leonardo Boff Saber cuidar,pag 149/151
Delmise Vasconcellos e Rosemeri Farias

Política de Proteção Ambiental


Na Refap, o cuidado ambiental está presente em todas as áreas de atuação, desde o projeto da refinaria até a entrega do produto aos consumidores. A política ambiental da empresa zela pela preservação da fauna e da flora locais, mantendo áreas de preservação, controlando todas as suas emissões abaixo dos padrões exigidos pela legislação e trabalhando com instalações e tecnologias escolhidas entre aquelas que têm melhor performance mundial.

Pioneira neste estilo de relação com o meio ambiente, a Refap trabalha com o objetivo de ser referência no Rio Grande do Sul e no Brasil, buscando excelência em procedimento e conscientização. Graças a estas atitudes, a Refinaria Alberto Pasqualini é conhecida como Refinaria Verde.

Conheça os principais procedimentos adotados:
Treinamento de profissionais
Toda a equipe da Refap passa por treinamentos e capacitações periódicas de atualização para operar, buscar inovações e manter as unidades industriais dentro dos padrões do sistema de gestão de qualidade, segurança, meio ambiente e saúde (QSMS). O QSMS integra ações de proteção ao meio ambiente (ISO 14001), preservação da saúde e segurança (OHSAS 18001) e qualidade de serviços e produtos (ISO 9001), garantindo que as atividades sejam realizadas de forma controlada e atendendo à legislação vigente.


Fiscalização
A Refap responde à regulação e fiscalização dos órgãos ambientais nacionais. Para operar, depende, por exemplo, de um licenciamento, emitido pela FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental), que estabelece todas as medidas necessárias para prevenção da poluição. As emissões atmosféricas, os efluentes líquidos e os resíduos gerados são avaliados permanentemente por este órgão ambiental.


Emissões atmosféricas - controle e monitoramento
A Refinaria mantém duas estações automáticas de monitoramento contínuo da qualidade do ar no seu entorno, ligadas à Rede Ar do Sul, da Fepam. Os dados recolhidos são enviados àquele órgão ambiental, onde estão disponíveis para consultas da população e também através do site www.fepam.rs.gov.br.

Biomonitoramento da Qualidade do Ar
Além disso, a Refap desenvolve o Biomonitoramento da Qualidade do Ar em parceria com o Centro de Ecologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Esta técnica utiliza plantas em estações de amostragem, que funcionam como bioindicadores vegetais, ou seja, através da análise das reações desses organismos vivos a determinados poluentes aéreos, são avaliados os índices de poluição atmosférica. Os dados coletados hoje indicam que a qualidade do ar dentro e no entorno da refinaria apresenta índices melhores do que os indicados pelos órgãos fiscalizadores.

Estações de tratamento de efluentes, captação e tratamento da água
A Refap possui hoje a Estação de Tratamento de águas mais completa do Brasil. Através de um tratamento físico, químico e biológico, a água captada no Rio dos Sinos é devolvida para o Arroio Sapucaia em melhores condições do que o de sua captação.

Única no país e segunda do mundo, a Estação de Tratamento de Efluentes Industriais somou um montante de investimentos de cerca de US$ 45 milhões.

Vale lembrar: A Refap não mantém nenhuma comporta de controle das águas dos rios. O volume de água utilizado não interfere no fluxo dos cursos de água do Rio dos Sinos ou do Arroio Sapucaia, assim como não interfere em qualquer controle de vazão dos Arroios Guajuviras ou Sapucaia.


Pesquisas
A Refap desenvolve pesquisas de combustíveis para reduzir os índices de poluição do ar. Daí resultam benefícios como o Diesel Metropolitano, que reduziu em 75% a emissão de enxofre para a atmosfera.




Postado por: Ana Solange M.Pinto
Juliana de O. Bianchi


Fonte:http://www.refap.com.br/seguranca.asp

O preço da floresta



Empresas e ONGs unem forças para colocar em prática um plano audacioso de salvamento da Mata Atlântica: pagar 3 bilhões de reais para mantê-la em pé


Revista Exame – 16/06/2010

Durante muito tempo, a lógica que norteou as iniciativas de conservação e restauração de florestas no Brasil foi estritamente ambiental. Ou seja, boa parte das ONGs e entidades ligadas à causa defendia essencialmente duas maneiras de manter grandes extensões de mata nativa em pé. Uma era sair comprando terras para transformá-las em reservas. A outra era acreditar que os produtores rurais deveriam manter uma boa porção de suas propriedades intactas, independentemente do custo. Esse raciocínio começou a mudar. Em primeiro lugar, a compra de terras exige muito dinheiro.

Além disso, os ambientalistas perceberam que conquistar o produtor rural só com argumentos verdes não costuma dar resultados práticos. "A restauração precisa ser sinônimo de geração de renda", diz Carlos Alberto Mesquita, diretor executivo do Instituto BioAtlântica, ONG com sede no Rio de Janeiro que trabalha pela preservação da Mata Atlântica. É por acreditar nisso que, a partir deste mês, Mesquita e ambientalistas de outras ONGs, assim como especialistas e estudiosos do tema, estarão observando atentamente os movimentos de uma nova entidade, a Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba.

Formada pela Fibria, hoje a maior empresa de celulose de eucalipto do mundo, pelo banco Santander, além de instituições como a ONG SOS Mata Atlântica e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a associação tem uma meta ambiciosa: preservar e restaurar nos próximos dez anos 122 000 hectares de Mata Atlântica na porção paulista do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira, uma região muito urbanizada e conhecida por abrigar um volume significativo de empresas. A área é quase equivalente à da cidade de São Paulo. Trata-se da maior iniciativa de conservação hoje em curso no país. "A ideia é fazer isso sem comprar nenhum hectare de terra", diz José Luciano Penido, presidente do conselho de administração da Fibria e um dos idealizadores do projeto. Isso será possível, afirma ele, porque a associação vai encontrar maneiras de oferecer aos produtores rurais da região incentivos financeiros para que eles preservem ou restaurem pedaços de mata nativa em suas propriedades. No jargão ambientalista, o que Penido prega é que os fazendeiros sejam ressarcidos pelos "serviços ambientais" que a mata proporciona, como regulação do clima e combate à desertificação da terra e assoreamento de rios, entre outros benefícios.

A teoria do pagamento pelos serviços ambientais é muito defendida e propagandeada pelos ambientalistas. Colocála em prática, porém, não é algo fácil, e ainda são poucos os casos de sucesso no mundo. A associação quer encarar o desafio, e a Fibria será a primeira a colaborar. Para impulsionar o crescimento de sua operação no Vale do Paraíba, será preciso plantar em propriedades rurais de terceiros 28 000 hectares de florestas de eucalipto. Se quiser fazer negócio com a Fibria, o proprietário rural terá de se comprometer a plantar, para cada hectare de eucalipto, 1 hectare de mata nativa. Pela participação, haverá o pagamento de um valor adicional. "Essa será apenas uma das oportunidades de ganho às quais eles terão acesso para valorizar os recursos naturais que possuem em suas terras", afirma o geólogo Paulo Valladares, secretário executivo da associação. A entidade também já criou a figura do produtor de água. Nesse caso, a ideia é remunerar donos de propriedades rurais para que eles conservem os rios que cortam a região.

Para tornar a estratégia viável, será preciso envolver grande parte dos setores público e privado da região. O projeto prevê o plantio de mais de 200 milhões de árvores, um investimento estimado em 3 bilhões de reais. A expectativa, porém, é que prefeituras e empresas sejam pressionadas a colaborar. "É o imperativo econômico que fará com que a iniciativa ganhe escala", afirma Maria Luiza Pinto, diretora executiva de desenvolvimento sustentável do Santander. Não é preciso ser ambientalista para concordar com o argumento. Basta lembrar que as águas da parte paulista do rio Paraíba do Sul abastecem a indústria e a agricultura do estado de São Paulo e 90% da região metropolitana do Rio de Janeiro. Para que esse recurso continue disponível, com qualidade e constância, será preciso mesmo cuidar da mata.

Veja também:
Ações do Projeto Corredor Ecológico iniciam oficialmente

Durante muito tempo, a lógica que norteou as iniciativas de conservação e restauração de florestas no Brasil foi estritamente ambiental. Ou seja, boa parte das ONGs e entidades ligadas à causa defendia essencialmente duas maneiras de manter grandes extensões de mata nativa em pé. Uma era sair comprando terras para transformá-las em reservas. A outra era acreditar que os produtores rurais deveriam manter uma boa porção de suas propriedades intactas, independentemente do custo. Esse raciocínio começou a mudar. Em primeiro lugar, a compra de terras exige muito dinheiro.

Além disso, os ambientalistas perceberam que conquistar o produtor rural só com argumentos verdes não costuma dar resultados práticos. "A restauração precisa ser sinônimo de geração de renda", diz Carlos Alberto Mesquita, diretor executivo do Instituto BioAtlântica, ONG com sede no Rio de Janeiro que trabalha pela preservação da Mata Atlântica. É por acreditar nisso que, a partir deste mês, Mesquita e ambientalistas de outras ONGs, assim como especialistas e estudiosos do tema, estarão observando atentamente os movimentos de uma nova entidade, a Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba.

Formada pela Fibria, hoje a maior empresa de celulose de eucalipto do mundo, pelo banco Santander, além de instituições como a ONG SOS Mata Atlântica e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a associação tem uma meta ambiciosa: preservar e restaurar nos próximos dez anos 122 000 hectares de Mata Atlântica na porção paulista do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira, uma região muito urbanizada e conhecida por abrigar um volume significativo de empresas. A área é quase equivalente à da cidade de São Paulo. Trata-se da maior iniciativa de conservação hoje em curso no país. "A ideia é fazer isso sem comprar nenhum hectare de terra", diz José Luciano Penido, presidente do conselho de administração da Fibria e um dos idealizadores do projeto. Isso será possível, afirma ele, porque a associação vai encontrar maneiras de oferecer aos produtores rurais da região incentivos financeiros para que eles preservem ou restaurem pedaços de mata nativa em suas propriedades. No jargão ambientalista, o que Penido prega é que os fazendeiros sejam ressarcidos pelos "serviços ambientais" que a mata proporciona, como regulação do clima e combate à desertificação da terra e assoreamento de rios, entre outros benefícios.

A teoria do pagamento pelos serviços ambientais é muito defendida e propagandeada pelos ambientalistas. Colocála em prática, porém, não é algo fácil, e ainda são poucos os casos de sucesso no mundo. A associação quer encarar o desafio, e a Fibria será a primeira a colaborar. Para impulsionar o crescimento de sua operação no Vale do Paraíba, será preciso plantar em propriedades rurais de terceiros 28 000 hectares de florestas de eucalipto. Se quiser fazer negócio com a Fibria, o proprietário rural terá de se comprometer a plantar, para cada hectare de eucalipto, 1 hectare de mata nativa. Pela participação, haverá o pagamento de um valor adicional. "Essa será apenas uma das oportunidades de ganho às quais eles terão acesso para valorizar os recursos naturais que possuem em suas terras", afirma o geólogo Paulo Valladares, secretário executivo da associação. A entidade também já criou a figura do produtor de água. Nesse caso, a ideia é remunerar donos de propriedades rurais para que eles conservem os rios que cortam a região.

Para tornar a estratégia viável, será preciso envolver grande parte dos setores público e privado da região. O projeto prevê o plantio de mais de 200 milhões de árvores, um investimento estimado em 3 bilhões de reais. A expectativa, porém, é que prefeituras e empresas sejam pressionadas a colaborar. "É o imperativo econômico que fará com que a iniciativa ganhe escala", afirma Maria Luiza Pinto, diretora executiva de desenvolvimento sustentável do Santander. Não é preciso ser ambientalista para concordar com o argumento. Basta lembrar que as águas da parte paulista do rio Paraíba do Sul abastecem a indústria e a agricultura do estado de São Paulo e 90% da região metropolitana do Rio de Janeiro. Para que esse recurso continue disponível, com qualidade e constância, será preciso mesmo cuidar da mata.

www.planetasustentavel.abril.com.br
Estella Maris da Silveira Dutra

Dia do Ambiente: 'Pegada ecológica' calcula consumo de recursos naturais

PEGADA ECOLÓGICA
Se os recursos naturais da Terra fossem o saldo de uma conta bancária, a humanidade já estaria usando o cheque especial para sobreviver, gastando 45% a mais do que seu "salário" permite.

Essa é a mensagem central do conceito de pegada ecológica, criado para estimar, com números, o quanto o padrão de vida moderno se tornou insustentável diante das possibilidades finitas que o planeta tem de fornecer água, alimentos e energia.

Além de permitir uma visão global da "conta-corrente" da espécie humana, a pegada ecológica também aponta o que cada pessoa deve fazer para que seu próprio nível de consumo se torne mais compatível com o que o solo, os rios e o oceano realmente conseguem produzir.

FONTE: www1.folha.uol.com.br
Postado por JANE VALQUIRIA DOS SANTOS FISCHER

A ONDA DOS TELHADOS VERDES

Para atender à demanda de quem já tem sua casa construída, mas gostaria de usufruir dos benefícios de um telhado verde, algumas opções interessantes têm surgido. Um dos exemplos é o telhado verde alveolar patenteado pela empresa Ecotelhado, de Porto Alegre (RS), que chega a ser quase dez vezes mais leve que os tradicionais.
http://www.oeco.com.br/reportagens/24075-a-onda-dos-telhados-ecologicos
Postado por JANE VALQUIRIA DOS SANTOS FISCHER

O CONSUMO HUMANO SUPERA CAPACIDADE

Segundo o relatório Planeta Vivo, realizado pela ONG internacional WWF, nós consumimos 30% mais recursos naturais do que o planeta pode repor a cada ano.
O relatório observa que a população humana e os níveis de consumo continuam crescendo mais rapidamente que a capacidade de regeneração dos sistemas naturais e , se nada for feito , até 2030 a humanidade ira precisar de duas Terras para dar suporte aos atuais niveis de consumo. Atualmente três quartos da população mundial vivem em paises que consomen mais recursos do que conseguem repor. Estados Unidos e China são os dois expoentes: cada um deles consome 21% dos recursos naturais do planeta.

Revista Aquecimento Global.

Maria Odete Ramos- Arleth Petrolli - Silvana Bicca

Obra de restauração está cortando árvores da praça





O Projeto Monumenta em Porto Alegre, desenvolvido pelo Ministério da Cultura, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Unesco, visa supostamente a restituir o visual da Praça da Alfândega ao seu original, do início do século XX, quando não se sabia ainda da importância das árvores no projeto urbano das cidades.

Para garantir esta discutível e dispensável “autenticidade”, o projeto cercou a praça (QUE SEMPRE FOI ABANDONADA PELA PREFEITURA) com um muro metálico de dois metros de altura e, assim escondido, dedicou-se a cortar sistematicamente mais de duas dezenas de árvores da praça, algumas centenárias.

O barulho execrável e ininterrupto das moto-serras, por dias, e a saída regular de caminhões do espaço cercado e trancado, carregando troncos e mais troncos de largo diâmetro, assim como a vista de cima, dão uma idéia da insensata e escondida destruição que lá dentro acontece.

Moro ao lado da praça e bem acima. Vejo com angústia crescente as clareiras se somarem em GRANDE VELOCIDADE, converso com os antigos frequentadores e transeuntes, artesãos e pequenos comerciantes ao redor, todos chocados e consternados com a velocidade e a extensão da destruição.

TODAS as árvores (algumas com mais de 30 anos) de AMBOS OS LADOS da avenida Sepúlveda, entre o MARGS e o Memorial, foram serradas e destruídas (sequer removidas a outro lugar). Dentro da praça, igualmente, os tocos dos troncos e os buracos atestam a destruição SEM PRECEDENTES das árvores lá plantadas, na CONTRAMÃO DA HISTÓRIA DO URBANISMO, em incompatibilidade com a qualidade de vida e o paisagismo esclarecido do século XXI, numa atitude burra, irrresponsável e INJUSTIFICÁVEL!!!

O Projeto Monumenta dá verbas para a “melhoria de praças e ruas” e eu gostaria de saber, o público desta cidade, os frequentadores desta praça TÊM O DIREITO de saber, em que este massacre insensato de árvores cuja copa garante ar puro e sombra versus a sujeira, a poluição e o calor massacrante do centro, aonde a palavra “MELHORIA” está prevista? Que melhoria é esta que destrói em grande escala a própria coisa que torna a praça um bem aos seus frequentadores. Ou eles acham que as pessoas lá vão pelos postes de luz? Pelo calçamento?

Todas as cidades em locais mais instruídos dedicam-se a criar espaços verdes ou aumentar os existents. Nossa prefeitura as destrói agora sob a desculpa de que vai criar um ambiente mais autêntico. Mas, se formos exigir autenticidade mesmo, que inundem aquela área, que antes pertencia ao rio. Ou que refaçam o espaço como era na chegada dos açorianos. Por que achar que o arbitrário autêntico é aquele em que não havia uma gestão
esclarecida do espaço da praça.

Por que a prefeitura não torna o centro mais humano e seguro fazendo coisas óbvias e sensatas, como exigir que a pavimentação das calçadas permita que idosos e crianças possam andar sem tombar diariamente nos milhões de buracos das calçadas (só para citar um MELHORIA necessária e ignorada pela prefeitura que decide investir o dinheiro destinado à melhoria da praça nesta sanha destruidora imperdoável)???

Conclamo as pessoas de bem, a mídia, aqueles com espírito responsável, aqueles com ética, bom-senso e espírito público, a protestarem e a interditarem este projeto insano que destrói um bem público necessário na suposta desculpa de recriar a estética arcaica e desnecessária às custas do bem-comum.


Postado por Juliana Bianchi em 21/06/2010
Fonte: Jornal Já www.jornalja.com.br/2010/04/19/documenta-destroi-dezenas-de-arvores-antigas-na-praca/

Atitude


Dez atitudes para ensinar o seu filho a cuidar do planeta

www.planetasustentavel.abril.com.br


Nunca é cedo demais para ensinar seu filho a cuidar do planeta. Aprenda dez atitudes simples e divertidas que vão te auxiliar nesta tarefa.
Quando você era criança, com certeza não ouvia tanto sobre sustentabilidade, escassez de água, poluição e desmatamento quanto hoje, não é? O grande problema é que o planeta está em estado de alerta e precisamos cuidar dele. Para isso, nada melhor do que ensinar as crianças, já que elas vão ser os adultos de um mundo que clama por socorro. Pensando nisso, preparamos dez atitudes que você pode tomar dentro de casa para que seu filho cresça consciente.

1. Fique atenta ao tempo do banho
Desde pequena, quando a criança começa a tomar banho com os pais, ensine-a a não desperdiçar água. Estipule, por exemplo, um tempo, que pode ser a duração de uma música, para ele se lavar. Esse bem precioso está se esgotando. Segundo dados da organização não governamental Greenpeace, falta água para cerca de 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo. E o Brasil, com uma das maiores reservas do planeta, é um dos países que mais desperdiçam esse recurso. A ONG chama a atenção para as pequenas coisas do dia a dia: o uso doméstico consome cerca de 10% do total e economizar água em casa faz muita diferença. Só para ter uma ideia, uma pessoa chega a usar mais de 300 litros ao dia na realização das atividades cotidianas.

2. Separe o lixo
O Greenpeace alerta que o Brasil produz 230 mil toneladas de lixo diariamente. Como conscientizar o pequeno? Comece ensinando-o a separar os resíduos limpos. Lixeiras coloridas para os diferentes materiais (plástico, papel, vidro) são uma boa opção para despertar o interesse do pequeno. "No carro, leve uma pequena sacola para papeizinhos e embalagens de guloseimas e chocolates", sugere Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia. Explique para a criança que jogar essas coisas na rua entope os bueiros, o que pode ocasionar inundações.

3. Conserte ou doe os brinquedos
Quando um carrinho ou uma boneca quebrar, conserte, em vez de descartá-lo. Além disso, você pode, juntamente com seu filho, inventar brinquedos com materiais recicláveis, como garrafas PET. "E, quando ele não quiser mais, doe para uma ONG ou para outras pessoas que possam utilizá-lo", completa Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia.

4. Procure objetos usados para comprar
Em algumas capitais, já é possível encontrar brechós de roupas infantis. O lugar é uma ótima opção tanto para comprar peças a preços camaradas como para colocar à venda acessórios que seu filho não usa mais. Isso porque muitas delas aceitam calças, sapatos e vestidos em consignação. Na sua cidade, não tem esse tipo de comércio? Então, outra boa ideia é organizar bazares entre as amigas para trocar as roupinhas. O que faz desses encontros um sucesso é reunir o maior número de amigas possíveis com filhos em diferentes idades. Assim todas aproveitam. Detalhe: nessas reuniões, leve as crianças. Faça desse momento uma pequena festa para as crianças brincarem e, de quebra, aprenderem o bom exemplo das mães e uma lição para a vida toda.

5. Utilize integralmente os alimentos
Mostre para o seu filho a variedade de opções que temos na cozinha. Por exemplo, invente sucos com as frutas que estão prestes a vencer. Pegue os restos de pão e reinvente o famoso pudim de pão - uma receita tradicional entre as avós. A cenoura, artigo único na geladeira, pode se transformar num gostoso bolo. Enfim, invente, invente, invente!

6. Use a sacola de tecido
Aproveite a onda das sacolas ecológicas, ou ecobags, para incutir no seu pequeno o quão bacana é levar as compras ali. No supermercado, diga não à versão de plástico. Com o passar do tempo, essa atitude, com certeza, será absolutamente normal para ele. Estranho mesmo serão as sacolinhas de plástico, que demoram anos e anos para se decompor.

7. Leve-o à feira
Leve seu bebê à feira desde pequeno. Ele vai criando intimidade com produtos frescos e orgânicos. Quando chegar aos 6 meses, incentive o consumo de frutas e legumes - essa atitude requer alimentos fresquinhos, comprados semanalmente.

8. Faça uma horta
Em casa ou na varanda do apartamento, cultive temperos em vasinhos. Isso mostra a importância de plantar, cuidar e se alimentar com o que vem da terra.

9. Apague as luzes sempre
Oriente seu filho a não deixar luzes acesas sem necessidade. E ainda a desligar todo e qualquer aparelho eletrônico. Qualquer que seja a fonte, a produção de eletricidade sempre causa alguma agressão ao meio ambiente. "Hidrelétricas inundam grandes áreas, alterando e destruindo ecossistemas. Termoelétricas emitem gases que contribuem para o efeito estufa. Usinas nucleares representam um risco permanente de acidentes, além de gerar lixo atômico, o que é extremamente perigoso", exemplifica a ONG Greenpeace. Economizar energia é uma maneira de diminuir a demanda por novas usinas e linhas de transmissão e distribuição e, consequentemente, os riscos de impactos ambientais e de apagões.

10. Ande mais a pé
Sempre que possível, deixe o carro em casa, principalmente quando o objetivo é fazer algo no próprio bairro. Vá de bicicleta ou caminhe de mãos dadas com o seu pequeno. Pode acreditar: ele vai adorar caminhar pela cidade e descobrir uma nova pracinha, uma árvore recheada de flores ou o latido dos cães. Vale o passeio!

Quando você era criança, com certeza não ouvia tanto sobre sustentabilidade, escassez de água, poluição e desmatamento quanto hoje, não é? O grande problema é que o planeta está em estado de alerta e precisamos cuidar dele. Para isso, nada melhor do que ensinar as crianças, já que elas vão ser os adultos de um mundo que clama por socorro. Pensando nisso, preparamos dez atitudes que você pode tomar dentro de casa para que seu filho cresça consciente.

1. Fique atenta ao tempo do banho
Desde pequena, quando a criança começa a tomar banho com os pais, ensine-a a não desperdiçar água. Estipule, por exemplo, um tempo, que pode ser a duração de uma música, para ele se lavar. Esse bem precioso está se esgotando. Segundo dados da organização não governamental Greenpeace, falta água para cerca de 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo. E o Brasil, com uma das maiores reservas do planeta, é um dos países que mais desperdiçam esse recurso. A ONG chama a atenção para as pequenas coisas do dia a dia: o uso doméstico consome cerca de 10% do total e economizar água em casa faz muita diferença. Só para ter uma ideia, uma pessoa chega a usar mais de 300 litros ao dia na realização das atividades cotidianas.

2. Separe o lixo
O Greenpeace alerta que o Brasil produz 230 mil toneladas de lixo diariamente. Como conscientizar o pequeno? Comece ensinando-o a separar os resíduos limpos. Lixeiras coloridas para os diferentes materiais (plástico, papel, vidro) são uma boa opção para despertar o interesse do pequeno. "No carro, leve uma pequena sacola para papeizinhos e embalagens de guloseimas e chocolates", sugere Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia. Explique para a criança que jogar essas coisas na rua entope os bueiros, o que pode ocasionar inundações.

3. Conserte ou doe os brinquedos
Quando um carrinho ou uma boneca quebrar, conserte, em vez de descartá-lo. Além disso, você pode, juntamente com seu filho, inventar brinquedos com materiais recicláveis, como garrafas PET. "E, quando ele não quiser mais, doe para uma ONG ou para outras pessoas que possam utilizá-lo", completa Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia.

4. Procure objetos usados para comprar
Em algumas capitais, já é possível encontrar brechós de roupas infantis. O lugar é uma ótima opção tanto para comprar peças a preços camaradas como para colocar à venda acessórios que seu filho não usa mais. Isso porque muitas delas aceitam calças, sapatos e vestidos em consignação. Na sua cidade, não tem esse tipo de comércio? Então, outra boa ideia é organizar bazares entre as amigas para trocar as roupinhas. O que faz desses encontros um sucesso é reunir o maior número de amigas possíveis com filhos em diferentes idades. Assim todas aproveitam. Detalhe: nessas reuniões, leve as crianças. Faça desse momento uma pequena festa para as crianças brincarem e, de quebra, aprenderem o bom exemplo das mães e uma lição para a vida toda.

5. Utilize integralmente os alimentos
Mostre para o seu filho a variedade de opções que temos na cozinha. Por exemplo, invente sucos com as frutas que estão prestes a vencer. Pegue os restos de pão e reinvente o famoso pudim de pão - uma receita tradicional entre as avós. A cenoura, artigo único na geladeira, pode se transformar num gostoso bolo. Enfim, invente, invente, invente!

6. Use a sacola de tecido
Aproveite a onda das sacolas ecológicas, ou ecobags, para incutir no seu pequeno o quão bacana é levar as compras ali. No supermercado, diga não à versão de plástico. Com o passar do tempo, essa atitude, com certeza, será absolutamente normal para ele. Estranho mesmo serão as sacolinhas de plástico, que demoram anos e anos para se decompor.

7. Leve-o à feira
Leve seu bebê à feira desde pequeno. Ele vai criando intimidade com produtos frescos e orgânicos. Quando chegar aos 6 meses, incentive o consumo de frutas e legumes - essa atitude requer alimentos fresquinhos, comprados semanalmente.

8. Faça uma horta
Em casa ou na varanda do apartamento, cultive temperos em vasinhos. Isso mostra a importância de plantar, cuidar e se alimentar com o que vem da terra.

9. Apague as luzes sempre
Oriente seu filho a não deixar luzes acesas sem necessidade. E ainda a desligar todo e qualquer aparelho eletrônico. Qualquer que seja a fonte, a produção de eletricidade sempre causa alguma agressão ao meio ambiente. "Hidrelétricas inundam grandes áreas, alterando e destruindo ecossistemas. Termoelétricas emitem gases que contribuem para o efeito estufa. Usinas nucleares representam um risco permanente de acidentes, além de gerar lixo atômico, o que é extremamente perigoso", exemplifica a ONG Greenpeace. Economizar energia é uma maneira de diminuir a demanda por novas usinas e linhas de transmissão e distribuição e, consequentemente, os riscos de impactos ambientais e de apagões.

10. Ande mais a pé
Sempre que possível, deixe o carro em casa, principalmente quando o objetivo é fazer algo no próprio bairro. Vá de bicicleta ou caminhe de mãos dadas com o seu pequeno. Pode acreditar: ele vai adorar caminhar pela cidade e descobrir uma nova pracinha, uma árvore.

postado por Estella Maris da Silveira Dutra

Trabalhos em aula






Última postagem da turma reunida em sala de aula, da disciplina de Ética e Desenvolvimento Sustentável, Serviço Social , Ulbra/Canoas, 2010/1.
21/06/10.

Diogenes, Maria de Lourdes e Savana

FAÇA PARTE

Não é novidade que o assunto meio ambiente veio para ficar em todas as esferas da nossa vida. Termos como responsabilidade ambiental, desenvolvimento sustentável, ecológicamente correto, entre outros, já nos soam familiares há algum tempo, mas, com tanta informação circulando por aí, fica difícil entender precisamente o que significa cada um deles, ainda mais porque, vira e mexe, surge um novo conceito, que passa a ficar em evidência.
Modismos a parte, toda esta carga de informação é necessária para que as atitudes humanas sejam modificadas.E isso não só em relação ao âmbito individual ou familiar mas também no que diz respeito as ações coletivas.O mundo todo tem que se conscientizar de que o problema do aquecimento global e da degradação do meio ambiente diz respeito a todos e a cada um de nós. Os esforços em prol de reverter este quadro em que o planeta se encontra devem ser colocados em prática com a máxima urgência.
Revista Aquecimento Global.
Maria Odete Ramos. Arleth Petrolli. Silvana Bicca
A história humana é caracterizada pela conglomeração social. Toda e qualquer sociedade humana que tentou se organizar procurou formas de manutenção energética tanto pessoal, quanto coletiva.Na sociedade vigente, os combustíveis fosséis adquiriram vital importância, no entanto seu valor tem sido questionado pelos diversos efeitos colaterais e dificuldades de renovação.
A história dos combustíveis fosséis evoluiu conjuntamente com a sociedade moderna.Desde os relatos de 4000 aC sobre a utilização de óleos minerais para obtenção de energia, até as grandes crises do petróleo dos anos 70, os combustíveis fosséis adquiriram vital importância. Hoje, os grandes representantes petróleo, gás mineral e carvão mineral respondem por pelo menos 80% das fontes de energia mundial, bem como trazem comemorativos em diversos outros campos, trazendo recursos como o plásticos e os polímeros tão amplamente utilizados. Não só pelo valor econômico, mas pelas outras diversas adições que os combustíveis
fosséis trouxeram a sociedade, seu valor se tornou inestímavel e sua substituição impossível.
Não obstante, a crise do petróleo nos anos 70 abriu os olhos do mundo para o finitude de recursos. Esse evento, causado pelo congelamento dos preços do petróleo, demonstrou-se de vital interesse economico, pois um recurso tão arraigado no sociedade teria muito mais valor econômico se tivesse seu valor agregado a disponibilidade. Tal evento acabou por gerar um aumento no preço de tais recursos, o que levou o mundo a buscar fontes de energia alternativa e pesquisar melhor os efeitos adversos de tal economia. Hoje a ampla utilização de combustíveis fosséis acabou gerando um acúmulo de detritos atmosféricos, o qual aumenta
retenção de calor na terra, o chamado efeito estufa, o qual tem imensas repercussões no clima mundial. Além disso, a quantidade de detritos não biodegradáveis gerados por essa economia, acaba por povoar bem mais a terra do que sua própria população. Fontes de alternativas de energia menos poluentes e economicamente viáveis estão surgindo como alternativa aos combustíveis fosséis, como a eólica, hidroelétrica e solar.
Os combustíveis fosséis são uma parte importante na história da humanidade, no entanto devem ser buscadas alternativas para sua utilização. Apesar da sociedade ser amplamente consumista, o consumo de todos seus recursos vai acabar por consumir a si própria.

Gabriela Gianinichini
Maria de Lourdes Leite

Cuide da Natureza


EMBRULHE OS CHICLETES ANTES DE JOGAR FORA:


Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos comem restos de chicletes deixados, irresponsavelmente, em qualquer lugar. Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés... E aí, acontece o pior: acabam sufocados.
Favor, embrulhe o chiclete num pedaço de papel
e jogue-o no lixo.

Diogenes, Maria de Lourdes e Savana

BNDES FORÇA ESTÁDIOS A FICAREM "VERDES" PARA COPA 2014

ESTÁDIOS QUE SEDIARÃO JOGOS DA COPA DO MUNDO NO BRASIL, EM 2014, DEVEM ATENDER A EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS DO MINISTÉRIO DO ESPORTE PARA TER FINANCIAMENTO DO BNDES.
OS REQUISITOS BÁSICOS P/O FINANCIAMENTO SÃO A COLETA SELETIVA DE LIXO E A RECICLAGEM DO MATERIAL DE DEMOLIÇÃO, APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA NOS BANHEIROS E GRAMADOS, OTIMIZAÇÃO DA VENTILAÇÃO E DA ILUMINAÇÃO NATURAIS E USO DE BIOCOMBUSTÍVEIS.
O BNDES JÁ FOI PROCURADO POR 4 DAS 12 UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE SEDIARÃO O MUNDIAL: AMAZONAS, BAHIA, MATO GROSSO E CEARÁ.
www.ambientebrasil.com.br
Postado por Jane Valquiria dos Santos Fischer/ ULBRA/CANOAS.

Morro Santa Teresa: laudo vegetal identifica espécies em extinção

Há 17 espécies vegetais raras que estão em risco no terreno pertencente à Fundação de Atendimento Sócio Educativo (FASE).

Uma delas consta da “Lista Oficial de Espécies Ameaçadas” como “provavelmente extinta”, três estão classificadas como “em perigo” e outras 13 são consideradas “ameaçadas de extinção”.

Essa é a principal conclusão do “laudo de cobertura vegetal” assinado por uma equipe seis biólogos, um engenheiro florestal, um geólogo e dois técnicos da Fundação de Zoobotânica.

O levantamento, feito a pedido da Secretaria de Justiça, foi concluído em julho de 2009. Os pesquisadores estão proibidos de dar entrevistas sobre o assunto.

Segundo um biólogo que participou do trabalho, o levantamento pode ser considerado “preliminar”, pela pressa com que foi feito (teve que ser concluído em dois meses) e pelas dificuldades de sua realização.

“Foi difícil até formar a equipe”, disse o biólogo.
“O pessoal não queria participar por medo, tem muitas áreas perigosas lá”.

Durante todo o trabalho, os pesquisadores foram protegidos por uma escolta armada, com dois sargentos e quatro praças da Brigada Militar.

Mesmo assim não puderam entrar em certas regiões.

Diz o relatório “Não se teve acesso às proximidades da Vila Gaúcha, devido ao alto risco. No dia anterior tinha havido tiroteio e intervenção da Brigada na Vila”.

Também um trecho de mata entre as vilas Ecológica e Prisma não poder ser visitado, pelas mesmas razões.

O biólogo, que aceitou falar desde que seu nome fosse preservado, define como “bem detonadas” a maioria das áreas de preservação permanente no Morro Santa Teresa. Inclusive o topo do morro, onde estão as estações de tevê.

Ele diz também que não dá para calcular o tamanho total das área de preservação porque com a ocupação desordenada de grande parte do terreno da Fase, elas formam um mosaico entre as construções, pedreiras, saibreiras e as invasões.

Segundo o presidente da Fase Irani Barbosa, os espaços invadidos representam cerca de 18% da área total pertencente à Fundação.

Postado por Ana Solange M. Pinto em 21/06/2010
Fonte:Jornal Já ! http://www.jornalja.com.br/2010/06/02/morro-santa-teresa-laudo-vegetal-identifica-especies-em-extincao/

PNEUS VIRAM CASAS!

Reutilização de pneus podem virar casas.
Técnicas de reutilização de materiais constrói casas mais baratas,seguras e ecologicamente corretas.Elas usam material que iria para o lixo,como pneus velhos.
De uns anos para cá,o mundo ganhou uma consciencia ambiêntal nunca vista.Reciclar,reutilizar e reaproveitar são conceitos fundamentais,mas nem sempre é fácil.
Tudo começa na separação da borracha e do aço do pneu,partes importantes para montar o alicerce,o início de qualquer projeto.Pneus de trator e de camionete foram fixados ao solo com uma estrutura de aço.Tiras de borracha foram fixados ao solo com uma estrutura de aço.Tiras de borracha foram enroladas,formando bobinas. Elas enchem toda a base,junto com treliças de ferro.Que ninguém se assuste,mas para preencher os espaços vazios é usada uma mistura de cimento e lixo.Tem vidro,plastico,papelão e entulho de obras,que normalmente também termina nos lixões.
Fonte:Editorial Globo/www.novaconsciencia.com.br
Delmise Vasconcellos e Rosemeri Farias

SUCATA TECNOLÓGICA

Lixo eletrônico é um dos grandes vilões ambientais do século 21.Em todo o mundo, estima-se que 40 milhões de toneladas de equipamentos sejam jogados fora por ano, entre computadores,celulares,brinquedos e geladeiras. O lixo eletrônico como é chamado possui resíduos químicos perigosos.O Brasil é um dos únicos países que não tem levantamento algum a respeito da produção, do consumo e do lixo gerado pelo lixo eletrônico. A necessidade de um destino apropriado para o lixo eletrônico estão levando muitas organizações a buscarem soluções para a sua sucata tecnológica.Em Porto Alegre existem 3 ONGS que recebem doações de computadores antigos ou que não funcionam mais. Esses materiais estão sendo reutilizados para ofertar cursos a famílias carentes.SILVANA BICA- MARIA ODETE RAMOS - ARLETH PETROLLI

Dicas para ajudar o meio ambiente!!!


* Desligue os aparelhos que não estão sendo usados. O ideal é tirar o aparelho da tomada: aquela luzinha que fica na TV, no Som ou DVD também consome energia.

* Evite desperdício de água: não deixe torneiras pingando, tome banhos curtos, escove os dentes, faça barba e lave a louça com a torneira fechada.

* Lugar de lixo é na lixeira e não na rua.

* Separe o lixo seco do orgânico e encaminhe para coleta seletiva.

* Lugar de óleo de cozinha não é no ralo! Armazene o óleo usado em garrafas PET e entregue-os a algum posto de coleta para reaproveitá-los.

* Durante o dia, prefira luz natural à lâmpada elétrica. Abra as janelas e deixe o solzinho entrar.

* Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes.

* Prefira o ônibus ou dê uma caminhada! Sempre que puder evitar o uso do carro, melhor para a natureza.

* Não desperdice folhas folhas de papél, imprima no modo econômico, utilizando frente e verso.

* Troque a mangueira na hora de lavar a calçada ou carro pelo balde.

* Plante árvores! Mobilize os amigos, colegas ou comunidade para deixar o planeta mais verde.


Ajude-nos nessa caminhada!
Diogenes, Maria de Lourdes e Savana

Dica de Casas construídas com garrafas PET

Inacreditável!
Fiquei apaixonada por esta idéia. Já havia visto outros modelos de casas construídas com garrafas PET. É surpreendente e ao mesmo tempo sustentável ao pé da letra, sim porque estas casas são 30% mais resistentes que as de tijolos, pois a sua estrutura é feita com cimento, areia e chapas de aço o que dá a sustentabilidade.
Quem quiser ler na íntegra a reportagem sobre estas casas e ver fotos, acesse:
http://www.niase.com.br/casa_de_garrafas_pet_14.html

Não há interesse em construir estas casas, devido ao baixo custo no mercado. Portanto, não há interesse por parte do poder econômico fazer parcerias que poderiam minimizar a precariedade das moradias populares no Brasil.

Por Acadêmicas do Serviço Social Ane Caroline Esteves e Ananda Hilgert.