domingo, 27 de junho de 2010

Alimentos Orgânicos


O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos.
As técnicas de produção orgânica são destinadas a incentivar a conservação do solo e da água e reduzir a poluição.
Segundo o Instituto Biodinâmico (IBC), um certificador brasileiro reconhecido internacionalmente, a produção orgânica no Brasil cresce 30% ao ano e ocupa atualmente uma área de 6,5 milhões de hectares de terras, colocando o país na segunda posição dentre os maiores produtores mundiais de orgânicos principalmente devido ao extrativismo sustentável de castanha, açaí, pupunha, látex, frutas e outras espécies das matas tropicais, principalmente da Amazônia. Cerca de 75% da produção nacional de orgânicos é exportada, principalmente para a Europa, Estados Unidos e Japão. A soja, o café e o açúcar lideram as exportações. No mercado interno, os produtos mais comuns são as hortaliças, seguidos de café, açúcar, sucos, mel, geléias, feijão, cereais, laticínios, doces, chás e ervas medicinais.

Pelo menos 80% dos projetos certificados no Brasil são de pequenos agricultores familiares (cerca de 20 mil agricultores). As associações e cooperativas de pequenos produtores vem crescendo e viabilizam a agricultura orgânica em muitas regiões fixando o homem no campo. Muitas famílias consomem e vendem o que plantam.

O produto orgânico evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas.
Protege a qualidade da água, a fertilidade do solo, a vida silvestre e são mais nutritivos.
Incluir produtos orgânicos nas compras incentiva a produção e no longo prazo, torna os orgânicos mais baratos.
Para esclarecer, o alimento hidropônico (produzido na água) não é orgânico pois utiliza adubos químicos solúveis.
O selo de certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos orgânicos isentos de qualquer resíduo tóxico.
O sistema de cultivo orgânico observa as leis da natureza, respeita as diferentes épocas de safra e todo o manejo agrícola está baseado na preservação dos recursos naturais, além de respeitar os direitos de seus trabalhadores.

Por: Ane Caroline Esteves

http://www.natureba.com.br/alimentos-organicos.htm

Receitas para fazer sabão com óleo de cozinha!

Depois de usado, o óleo de cozinha pode ter dois destinos: dar uma enorme dor de cabeça e prejuízo para o seu bolso e para o meio ambiente ou se transformar em economia e, eventualmente, em receita extra.

O primeiro caso ocorre quando você simplesmente descarta o óleo doméstico nos ralos e vasos sanitários. O acúmulo de gorduras nos encanamentos pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e até rompimentos nas redes de coleta.

No segundo caso está transformar esse mesmo óleo em sabão, por exemplo. O sabão pode ser feito em casa mesmo ou enviado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel.

Segundo a nutricionista Daysiellen Cabral, coordenadora do refeitório da Associação Paulista Sul da Escola Adventista, em São Paulo, fazer sabão em casa é como cozinhar. Com a prática, seguindo a mesma receita, o sabão vai ficando melhor. A proporção pode ser mantida para fazer mais ou menos sabão, de acordo com a quantidade de óleo usado disponível. Quanto mais o sabão curtir, melhor ele fica. É recomendado usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura, pois a soda cáustica pode causar queimaduras na pele.

Confira as receitas:

Receita 1:

- 5 litros de óleo de cozinha usado;
- 2 litros de água;
- 200 mililitros de amaciante;
- 1 quilo de soda cáustica em escama.

Colocar, com cuidado, a soda em escamas no fundo de um balde. Em seguida, adicionar a água fervendo e mexer até diluir a soda. Acrescentar o óleo e mexer. Misturar bem o amaciante. Jogar a mistura numa fôrma e cortar as barras de sabão somente no dia seguinte.

Receita 2: com aroma

- 4 litros de óleo comestível usado;
- 2 litros de água;
- ½ copo de sabão em pó;
- 1 kg de soda cáustica;
- 5 ml de óleo aromático de erva-doce ou outro a gosto.

Esquentar a água. Separar meio litro e dissolver o sabão em pó nele. Dissolver a soda cáustica nos litro e meio de água restante. Adicionar lentamente as duas soluções ao óleo e mexer durante 20 minutos. Adicionar a essência mexendo bem, e despejar nas fôrmas escolhidas. Desenformar apenas no dia seguinte.

“O ideal é colocar esse óleo que não será mais usado em uma garrafa pet, aquelas de refrigerante, e encaminhar para a reciclagem. Atualmente, ONGs e empresas desenvolvem projetos de reutilização do óleo de cozinha, o que é bom para a economia e para a saúde do nosso planeta”, afirma Daysiellen.

Quem quiser produzir sabão em quantidades maiores pode fazer parcerias com pastelarias e barracas de pastel da feira, para colher o óleo que normalmente é jogado fora e doar para que seja transformado em sabão de boa qualidade.

Todo os créditos das receitas para nutricionista Daysiellen Cabral de Magalhães.

Artigo Acadêmico escrito por Ane Caroline Esteves e Ananda Hilgert.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Até os resíduos aparentemente não recicláveis podem gerar lucro - é o caso do potencialmente perigoso lixo hospitalar. A companhia americana The Sharps Compliance desenvolveu um processo inovador que converte resíduo médico, como seringas usadas, em material bruto que pode ser usado na produção de cimento, por exemplo.
Os diretores da empresa garantem que o produto - chamado de PELLA-DRX® - passa por uma descontaminação e é totalmente seguro.
Maria de Lourdes Leite
Gabriela Gianichini


Muito depende da educação ambiental do cidadão, claro, mas aprender a separar o lixo seco do orgânico está longe de resolver o problema do dinheiro jogado no lixão. Segundo informações do Compromisso empresarial para a reciclagem, apensa 7% dos munícipios brasileiros têm projetos de coleta seletiva em larga escala. E isso porque houve crescimento da reciclagem nos últimos anos. Maior cidade do país, São Paulo é um exemplo de como jogamos fora uma fortuna - menos de 20 anos de sua criação, o sistema de coleta seletiva da prefeitura recolhe menos de 1% do lixo da metrópole.
Maria de Lourdes Leite
Gabriela Gianichini

segunda-feira, 21 de junho de 2010

VOCÊ SABIA?

Dia 22 de março é o Dia Mundial da Água.
As algas produzem a maior parte do oxigênio da Terra.
O corpo humano possui na sua composição 3/4 de água.
O homem pode passar até 28 dias sem comer, mas apenas 3 dias sem água.
Na água originaram os primeiros organismos vivos que surgiram na Terra, há mais de 3 bilhões de anos.
São exemplos de doenças de veiculação hídrica : febre, disenteria, cólera, hepatite, poliomelite, malária, dengue, etc.

O gotejamento de uma torneira desperdiça de 46 litros por dia. Isto é, 1.380 litros por mês.
Um filete de 2 milímetros totaliza 4.140 litros num mês. E um filete de 4 milímetros, 13.260 litros por mês de desperdício.
Um buraco de 2 milímetros no encanamento pode causar um desperdício de 3.200 litros por dia, isto é, mais de três caixas d'água.

A água é um recurso vital. Todos podem colaborar fazendo a sua parte : agricultores, poder público, empresas, instituições e a sociedade.


Fonte: http://www.natureba.com.br/desperdicio-agua.htm


Postado pela Aluna Letícia da Silva Cidade

Porque preservar e economizar água é importante para a vida no planeta


A escassez de água doce de boa qualidade para consumo
Setenta por cento da superfície do planeta é coberta por água.
Quase toda a água que existe na Terra (97,5%) é salgada e está nos oceanos, sendo imprópria para o uso agrícola e industrial. (UNESCO)
Apenas 2,5% da água do nosso planeta é doce e a maior parte está em geleiras.
Menos de 1% de toda a água que existe é própria para consumo do homem e está nos rios, lagos e lençóis subterrâneos (difícil acesso).


Segundo o RDH - Relatório de Desenvolvimento Humano (PNUD - ONU, nov. 2006) :
- cerca de 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso à água tratada no mundo;
- por volta de 2,6 bilhões não têm instalações básicas de saneamento (maioria dessa população vivendo na África e na Ásia);
- metade dos leitos hospitalares é ocupado por doenças causadas pelo uso de água imprópria;
- a diarréia tira a vida de 4.900 crianças menores de 5 anos por dia.

Enquanto um habitante de Moçambique usa, em média, menos de 10 litros de água por dia, um europeu consome entre 200 e 300, e um norte-americano, 575 (50 litros só nas descargas). Cada pessoa deveria ter disponíveis ao menos 20 litros de água para consumo, por dia.

A água está distribuída pelo planeta de forma desigual.
Vários países da África e Oriente Médio já não tem água.
De toda a água doce disponível no planeta, aproximadamente 13,7 % estão no Brasil.
A Bacia Amazônica concentra 73% do volume de água doce do país.
Os 23% restantes distribuem-se desigualmente pelo Brasil, para atender a 93% da população.
O Nordeste com 28% da população possui menos de 5% das reservas.

O acesso à água atinge 90% da população brasileira. Dos municípios brasileiros com rede de distribuição de água, muitos convivem com racionamento.
Em relação ao saneamento básico, 75% da população brasileira tem coleta de esgoto, o que exclui cerca de 43 milhões de pessoas.
Apenas 32% do esgoto produzido no país recebe tratamento, segundo diagnóstico do Ministério das Cidades (dez. 2006).
O lançamento de esgoto não tratado em rios, córregos e mares são uma grande ameaça à saúde pública.

A demanda de consumo de água pelo homem moderno vem aumentando. O uso da água triplicou de 1950 para cá.
A população mundial em 1820 era de 1 bilhão de habitantes, 2 bilhões em 1930, 3 bilhões em 1960, 4 bilhões em 1974, 5 bilhões em 1988, 6 bilhões em 2000 e 6,5 bilhões em 2006.

Diante da escassez, há mais riscos de disputas e conflitos entre nações pelo controle das fontes mundiais de água.

A poluição ambiental é um dos principais fatores que colaboram com a degradação dos recursos hídricos do país.
Os rios são poluídos por agrotóxicos, resíduos industriais, resíduos de lixões e lançamento de esgoto doméstico sem tratamento.
Desmatamento das margens dos rios faz com que o solo fique desprotegido e sem árvores, a água das chuvas escoa rapidamente para os rios, causando enchentes e arrastando detritos que podem obstruir o leito dos rios.
Favelas e loteamentos clandestinos crescem às margens dos rios e represas, poluindo os reservatórios e ameaçando a saúde de todos.

A irrigação para cultivos agrícolas atualmente responde por mais de dois terços de toda a água retirada de lagos, rios e reservatórios subterrâneos, segundo a FAO-ONU.
Ao desperdiçar comida, desperdiça também a água usada para produzi-la.
Nas lavouras são utilizados métodos de irrigação pouco eficientes que desperdiçam muita água.
Os agrotóxicos utilizados na agricultura são compostos químicos venenosos, cujos resíduos podem provocar várias doenças. Alguns não se degradam cotaminando por muito tempo, a água, o subsolo e o ar.

A pecuária demanda grandes quantidades de água, com a manutenção do rebanho, na fase do abate, no preparo agroindustrial dos cortes e na oferta de produtos derivados, tais como leite e ovos, segundo o CNRH - Conselho Nacional de Recursos Hídricos.

A indústria é a segunda maior consumidora da água doce disponível. Além do desperdício e da falta de técnicas modernas de reúso de água, o lançamento de efluentes industriais não tratados nos rios comprometem a vida dos peixes e outras formas de vida.

Precificação da água : cobrar pela água em si e não só pela distribuição, como se vinha fazendo, incentiva agricultores e industriais a não desperdiçar.

O alto consumo doméstico de água acaba gerando muito esgoto, que quando não tratado, polue os rios.

O Brasil possui a maior reserva de água doce do mundo e é um grande desperdiçador de água potável. Parte da água tratada que sai das redes distribuidoras não chega ao consumidor final por motivo de vazamento ou redes clandestinas. A água sai através de tubulações e canos mal conservados que se rompem ou é desviada.

Em alguns trechos do Rio São Francisco, a derrubada das matas, que cobriam suas margens e encostas, provocou o assoreamento do leito do rio, que é a formação anormal de bancos de areia, o que prejudica a navegação e o habitat dos peixes. Em outros lugares, a falta de tratamento de esgoto das cidades ribeirinhas provocou a poluição das águas. O Ministério do Meio Ambiente coordena um programa de revitalização da bacia do São Francisco.

Ação Global
A crise da água e do saneamento é, acima de tudo, uma crise dos pobres. Segundo a ONU, a maioria dos países dispõe de água suficiente para satisfazer as necessidades domésticas, industriais, agrícolas e ambientais. O problema está na gestão.
O relatório (RDH, 2006) defende um Plano de Ação Global, liderado pelos países do G8, que concentre os esforços para a mobilização dos recursos e coloque a água e o saneamento no centro da agenda de desenvolvimento.
Um ponto crucial para essa ação seria a adoção da água como um direito humano básico.
Os governos deveriam ter como objetivo mínimo um gasto de 1% do PIB para água e saneamento.
Os países desenvolvidos precisam elevar sua contribuição para solucionar esta crise emergencial.
Água limpa e saneamento estão entre os mais eficientes remédios preventivos para reduzir a mortalidade infantil.

Fonte: http://www.natureba.com.br/desperdicio-agua.htm


Postado pela aluna Leticia da Silva Cidade

Saber cuidar:a essência humana

Leonardo Boff afirma que saber-cuidar faz parte da própria essência humana:"O cuidado entra na natureza e constituição do ser humano.O modo-de-ser cuidado revela de maneira concreta coma é o ser humano."O saber-cuidar,como caracteristicas funtamental,tem um claro enfoque relacinal.O ser humano cuidador é um ser-no -mundo-com-outros sempre se relacionando,construindo seu habitat,ocupando-se com as coisas,preocupando-se com as pessoas,dedicando-se àquilo que lhe representa importância e valor e dispondo-se a sofrer e a alegrar-se com quem se sente unido e ama.Esta é a essência verdadeira,aquilo que fundamenta a humanidade de cada pessoa:"Colocar cuidado em tudo o que projeta e faz,eis a característica singular do ser humano".

Fonte:Livro Saber-cuidar de si; do outro;da natureza -Delmilse Vasconcellos e Rosemeri Farias

Mensagem Final aos alunos da Disciplina

Caros alunos!!
É com grande satisfação que chegamos ao final do semestre 2010/01, com temas relevantes postados no nosso Blog. Esse fato, é gratificante para todos, que de uma forma ou de outra, puderam vivenciar essa experiência com novos conhecimentos sobre o meio ambiente, a sustentabilidade e as novas ferramentas tecnológicas como o Blog, tudo isso agregado as necessidades de inserção no mercado de trabalho, que é dominar cada vez mais esses recursos tecnológicos. Que cada um de vocês, possam estar embasados nas competencias profissionais fundamentados nas dimensões ética-política,tecnico-operativa e teórico-metodologico.
Um grande abraço a todos!!
Profª Ruthe Corrêa da Costa

A DESTRUIÇÃO DA AMAZÔNIA


Segundo o IBAMA, a fertilidade natural dos solos é baixa. A floresta Amazônica é um ecossistema auto - sustentável. Ela se matém com os seus próprios nutrientes num ciclo permanete. Existe um delicado equilíbrio nas relaçõesdas populações biológicas que são sensíveis a interferências antrópicas. A amazônia apresenta uma grande variedade de ecossistemas, dentre os quais se destacam: matas de terra firme, florestas inundadas,várzeas, igapós, campos abertos e cerrados. Consequêntemente a Amazônia abriga uma infinidade de espécies vegetais e animais: 1,5 milhão de espéscies vegetais catalogadas; três mil espécies de peixes; 950 tipos de pássaros; e ainda insetos, répteis, anfíbios e mamíferos...


A destruição das florestas tropicais, além de reduzir a biodiversidade do planeta, cauda erosão nos solos, degrada áreas de bacias hidrográficas, libera gás carbonico para atmosfera, causa desequilíbrio social e ambiental. A redução da umidade da amazônia faz reduzir as chuvas na região centro-sul brasileira.
Letícia da Silva Cidade

Começa o fim dos termômetros de mercúrio!

Publicado em: 25 de maio de 2010
Fazer as crianças pararem cinco minutos com um termômetro embaixo do braço não é fácil. O que pensar, então, quando o termômetro é de vidro e recheado de uma substância tóxica?

Mais que uma grande dúvida para as mães, os termômetros de mercúrio são um risco ao ambiente, pois seu rompimento pode contaminar o solo e os lençóis freáticos, por exemplo.

Permitido no Brasil, o produto foi proibido por autoridades sanitárias em países da Europa. A boa nova é que ele acaba de deixar de ser comercializado em 263 farmácias de 18 estados brasileiros.

A iniciativa das drogarias da rede Walmart Brasil começou no início deste mês e traz o modelo digital com valor reduzido - menos de R$10 - como alternativa para o consumidor.

Além de não conter mercúrio, o digital mede a temperatura em menos tempo e não quebra, um alívio para as mães. Na mesma onda de preocupação e alerta, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) criou um grupo de trabalho para encontrar possibilidades de redução do uso do metal pesado.

Fonte: Mariana Müller

Disponível em: http://wp.clicrbs.com.br/nossomundosustentavel/2010/05/?topo=13,1,1

Acessado em: 21/06/2010

Postado pela aluna Marciani Peres

SONHOS DE DEUS

O ser humano-corpo-alma tem uma singularidade:pode sentir-se parte do universo e com ele conectado;pode entender-se como filho e filha da Terra,um ser de interrogações derradeiras,de responsabilidade por seus atos e pelo futuro comum com a Terra.Ele não pode furtar-se a´perguntas que lhe surgem ineludivelmente: Quem sou eu? Qual é meu lugar dentro desta ´miríade de seres?O que significa ser jogado nesse minúsculo planeta Terra?Donde provém o inteiro universo? Quem se esconde atrás do curso das estrelas? O que podemos esperar além da vida e da morte?Por que choramos a morte dos nossos parentes e amigos e a sentimos como drama sem retorno?Significa especialmente cuidar da espiritualidade experienciando Deus em tudo e permitindo seu permanente nascer e renascer no coração.Então poderemos preparar-nos.com serenidade e jovialidade,para a derradeira travessia e para o grande encontro.
Fonte:Livro de Leonardo Boff Saber cuidar,pag 149/151
Delmise Vasconcellos e Rosemeri Farias

Política de Proteção Ambiental


Na Refap, o cuidado ambiental está presente em todas as áreas de atuação, desde o projeto da refinaria até a entrega do produto aos consumidores. A política ambiental da empresa zela pela preservação da fauna e da flora locais, mantendo áreas de preservação, controlando todas as suas emissões abaixo dos padrões exigidos pela legislação e trabalhando com instalações e tecnologias escolhidas entre aquelas que têm melhor performance mundial.

Pioneira neste estilo de relação com o meio ambiente, a Refap trabalha com o objetivo de ser referência no Rio Grande do Sul e no Brasil, buscando excelência em procedimento e conscientização. Graças a estas atitudes, a Refinaria Alberto Pasqualini é conhecida como Refinaria Verde.

Conheça os principais procedimentos adotados:
Treinamento de profissionais
Toda a equipe da Refap passa por treinamentos e capacitações periódicas de atualização para operar, buscar inovações e manter as unidades industriais dentro dos padrões do sistema de gestão de qualidade, segurança, meio ambiente e saúde (QSMS). O QSMS integra ações de proteção ao meio ambiente (ISO 14001), preservação da saúde e segurança (OHSAS 18001) e qualidade de serviços e produtos (ISO 9001), garantindo que as atividades sejam realizadas de forma controlada e atendendo à legislação vigente.


Fiscalização
A Refap responde à regulação e fiscalização dos órgãos ambientais nacionais. Para operar, depende, por exemplo, de um licenciamento, emitido pela FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental), que estabelece todas as medidas necessárias para prevenção da poluição. As emissões atmosféricas, os efluentes líquidos e os resíduos gerados são avaliados permanentemente por este órgão ambiental.


Emissões atmosféricas - controle e monitoramento
A Refinaria mantém duas estações automáticas de monitoramento contínuo da qualidade do ar no seu entorno, ligadas à Rede Ar do Sul, da Fepam. Os dados recolhidos são enviados àquele órgão ambiental, onde estão disponíveis para consultas da população e também através do site www.fepam.rs.gov.br.

Biomonitoramento da Qualidade do Ar
Além disso, a Refap desenvolve o Biomonitoramento da Qualidade do Ar em parceria com o Centro de Ecologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Esta técnica utiliza plantas em estações de amostragem, que funcionam como bioindicadores vegetais, ou seja, através da análise das reações desses organismos vivos a determinados poluentes aéreos, são avaliados os índices de poluição atmosférica. Os dados coletados hoje indicam que a qualidade do ar dentro e no entorno da refinaria apresenta índices melhores do que os indicados pelos órgãos fiscalizadores.

Estações de tratamento de efluentes, captação e tratamento da água
A Refap possui hoje a Estação de Tratamento de águas mais completa do Brasil. Através de um tratamento físico, químico e biológico, a água captada no Rio dos Sinos é devolvida para o Arroio Sapucaia em melhores condições do que o de sua captação.

Única no país e segunda do mundo, a Estação de Tratamento de Efluentes Industriais somou um montante de investimentos de cerca de US$ 45 milhões.

Vale lembrar: A Refap não mantém nenhuma comporta de controle das águas dos rios. O volume de água utilizado não interfere no fluxo dos cursos de água do Rio dos Sinos ou do Arroio Sapucaia, assim como não interfere em qualquer controle de vazão dos Arroios Guajuviras ou Sapucaia.


Pesquisas
A Refap desenvolve pesquisas de combustíveis para reduzir os índices de poluição do ar. Daí resultam benefícios como o Diesel Metropolitano, que reduziu em 75% a emissão de enxofre para a atmosfera.




Postado por: Ana Solange M.Pinto
Juliana de O. Bianchi


Fonte:http://www.refap.com.br/seguranca.asp

O preço da floresta



Empresas e ONGs unem forças para colocar em prática um plano audacioso de salvamento da Mata Atlântica: pagar 3 bilhões de reais para mantê-la em pé


Revista Exame – 16/06/2010

Durante muito tempo, a lógica que norteou as iniciativas de conservação e restauração de florestas no Brasil foi estritamente ambiental. Ou seja, boa parte das ONGs e entidades ligadas à causa defendia essencialmente duas maneiras de manter grandes extensões de mata nativa em pé. Uma era sair comprando terras para transformá-las em reservas. A outra era acreditar que os produtores rurais deveriam manter uma boa porção de suas propriedades intactas, independentemente do custo. Esse raciocínio começou a mudar. Em primeiro lugar, a compra de terras exige muito dinheiro.

Além disso, os ambientalistas perceberam que conquistar o produtor rural só com argumentos verdes não costuma dar resultados práticos. "A restauração precisa ser sinônimo de geração de renda", diz Carlos Alberto Mesquita, diretor executivo do Instituto BioAtlântica, ONG com sede no Rio de Janeiro que trabalha pela preservação da Mata Atlântica. É por acreditar nisso que, a partir deste mês, Mesquita e ambientalistas de outras ONGs, assim como especialistas e estudiosos do tema, estarão observando atentamente os movimentos de uma nova entidade, a Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba.

Formada pela Fibria, hoje a maior empresa de celulose de eucalipto do mundo, pelo banco Santander, além de instituições como a ONG SOS Mata Atlântica e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a associação tem uma meta ambiciosa: preservar e restaurar nos próximos dez anos 122 000 hectares de Mata Atlântica na porção paulista do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira, uma região muito urbanizada e conhecida por abrigar um volume significativo de empresas. A área é quase equivalente à da cidade de São Paulo. Trata-se da maior iniciativa de conservação hoje em curso no país. "A ideia é fazer isso sem comprar nenhum hectare de terra", diz José Luciano Penido, presidente do conselho de administração da Fibria e um dos idealizadores do projeto. Isso será possível, afirma ele, porque a associação vai encontrar maneiras de oferecer aos produtores rurais da região incentivos financeiros para que eles preservem ou restaurem pedaços de mata nativa em suas propriedades. No jargão ambientalista, o que Penido prega é que os fazendeiros sejam ressarcidos pelos "serviços ambientais" que a mata proporciona, como regulação do clima e combate à desertificação da terra e assoreamento de rios, entre outros benefícios.

A teoria do pagamento pelos serviços ambientais é muito defendida e propagandeada pelos ambientalistas. Colocála em prática, porém, não é algo fácil, e ainda são poucos os casos de sucesso no mundo. A associação quer encarar o desafio, e a Fibria será a primeira a colaborar. Para impulsionar o crescimento de sua operação no Vale do Paraíba, será preciso plantar em propriedades rurais de terceiros 28 000 hectares de florestas de eucalipto. Se quiser fazer negócio com a Fibria, o proprietário rural terá de se comprometer a plantar, para cada hectare de eucalipto, 1 hectare de mata nativa. Pela participação, haverá o pagamento de um valor adicional. "Essa será apenas uma das oportunidades de ganho às quais eles terão acesso para valorizar os recursos naturais que possuem em suas terras", afirma o geólogo Paulo Valladares, secretário executivo da associação. A entidade também já criou a figura do produtor de água. Nesse caso, a ideia é remunerar donos de propriedades rurais para que eles conservem os rios que cortam a região.

Para tornar a estratégia viável, será preciso envolver grande parte dos setores público e privado da região. O projeto prevê o plantio de mais de 200 milhões de árvores, um investimento estimado em 3 bilhões de reais. A expectativa, porém, é que prefeituras e empresas sejam pressionadas a colaborar. "É o imperativo econômico que fará com que a iniciativa ganhe escala", afirma Maria Luiza Pinto, diretora executiva de desenvolvimento sustentável do Santander. Não é preciso ser ambientalista para concordar com o argumento. Basta lembrar que as águas da parte paulista do rio Paraíba do Sul abastecem a indústria e a agricultura do estado de São Paulo e 90% da região metropolitana do Rio de Janeiro. Para que esse recurso continue disponível, com qualidade e constância, será preciso mesmo cuidar da mata.

Veja também:
Ações do Projeto Corredor Ecológico iniciam oficialmente

Durante muito tempo, a lógica que norteou as iniciativas de conservação e restauração de florestas no Brasil foi estritamente ambiental. Ou seja, boa parte das ONGs e entidades ligadas à causa defendia essencialmente duas maneiras de manter grandes extensões de mata nativa em pé. Uma era sair comprando terras para transformá-las em reservas. A outra era acreditar que os produtores rurais deveriam manter uma boa porção de suas propriedades intactas, independentemente do custo. Esse raciocínio começou a mudar. Em primeiro lugar, a compra de terras exige muito dinheiro.

Além disso, os ambientalistas perceberam que conquistar o produtor rural só com argumentos verdes não costuma dar resultados práticos. "A restauração precisa ser sinônimo de geração de renda", diz Carlos Alberto Mesquita, diretor executivo do Instituto BioAtlântica, ONG com sede no Rio de Janeiro que trabalha pela preservação da Mata Atlântica. É por acreditar nisso que, a partir deste mês, Mesquita e ambientalistas de outras ONGs, assim como especialistas e estudiosos do tema, estarão observando atentamente os movimentos de uma nova entidade, a Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba.

Formada pela Fibria, hoje a maior empresa de celulose de eucalipto do mundo, pelo banco Santander, além de instituições como a ONG SOS Mata Atlântica e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a associação tem uma meta ambiciosa: preservar e restaurar nos próximos dez anos 122 000 hectares de Mata Atlântica na porção paulista do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira, uma região muito urbanizada e conhecida por abrigar um volume significativo de empresas. A área é quase equivalente à da cidade de São Paulo. Trata-se da maior iniciativa de conservação hoje em curso no país. "A ideia é fazer isso sem comprar nenhum hectare de terra", diz José Luciano Penido, presidente do conselho de administração da Fibria e um dos idealizadores do projeto. Isso será possível, afirma ele, porque a associação vai encontrar maneiras de oferecer aos produtores rurais da região incentivos financeiros para que eles preservem ou restaurem pedaços de mata nativa em suas propriedades. No jargão ambientalista, o que Penido prega é que os fazendeiros sejam ressarcidos pelos "serviços ambientais" que a mata proporciona, como regulação do clima e combate à desertificação da terra e assoreamento de rios, entre outros benefícios.

A teoria do pagamento pelos serviços ambientais é muito defendida e propagandeada pelos ambientalistas. Colocála em prática, porém, não é algo fácil, e ainda são poucos os casos de sucesso no mundo. A associação quer encarar o desafio, e a Fibria será a primeira a colaborar. Para impulsionar o crescimento de sua operação no Vale do Paraíba, será preciso plantar em propriedades rurais de terceiros 28 000 hectares de florestas de eucalipto. Se quiser fazer negócio com a Fibria, o proprietário rural terá de se comprometer a plantar, para cada hectare de eucalipto, 1 hectare de mata nativa. Pela participação, haverá o pagamento de um valor adicional. "Essa será apenas uma das oportunidades de ganho às quais eles terão acesso para valorizar os recursos naturais que possuem em suas terras", afirma o geólogo Paulo Valladares, secretário executivo da associação. A entidade também já criou a figura do produtor de água. Nesse caso, a ideia é remunerar donos de propriedades rurais para que eles conservem os rios que cortam a região.

Para tornar a estratégia viável, será preciso envolver grande parte dos setores público e privado da região. O projeto prevê o plantio de mais de 200 milhões de árvores, um investimento estimado em 3 bilhões de reais. A expectativa, porém, é que prefeituras e empresas sejam pressionadas a colaborar. "É o imperativo econômico que fará com que a iniciativa ganhe escala", afirma Maria Luiza Pinto, diretora executiva de desenvolvimento sustentável do Santander. Não é preciso ser ambientalista para concordar com o argumento. Basta lembrar que as águas da parte paulista do rio Paraíba do Sul abastecem a indústria e a agricultura do estado de São Paulo e 90% da região metropolitana do Rio de Janeiro. Para que esse recurso continue disponível, com qualidade e constância, será preciso mesmo cuidar da mata.

www.planetasustentavel.abril.com.br
Estella Maris da Silveira Dutra

Dia do Ambiente: 'Pegada ecológica' calcula consumo de recursos naturais

PEGADA ECOLÓGICA
Se os recursos naturais da Terra fossem o saldo de uma conta bancária, a humanidade já estaria usando o cheque especial para sobreviver, gastando 45% a mais do que seu "salário" permite.

Essa é a mensagem central do conceito de pegada ecológica, criado para estimar, com números, o quanto o padrão de vida moderno se tornou insustentável diante das possibilidades finitas que o planeta tem de fornecer água, alimentos e energia.

Além de permitir uma visão global da "conta-corrente" da espécie humana, a pegada ecológica também aponta o que cada pessoa deve fazer para que seu próprio nível de consumo se torne mais compatível com o que o solo, os rios e o oceano realmente conseguem produzir.

FONTE: www1.folha.uol.com.br
Postado por JANE VALQUIRIA DOS SANTOS FISCHER

A ONDA DOS TELHADOS VERDES

Para atender à demanda de quem já tem sua casa construída, mas gostaria de usufruir dos benefícios de um telhado verde, algumas opções interessantes têm surgido. Um dos exemplos é o telhado verde alveolar patenteado pela empresa Ecotelhado, de Porto Alegre (RS), que chega a ser quase dez vezes mais leve que os tradicionais.
http://www.oeco.com.br/reportagens/24075-a-onda-dos-telhados-ecologicos
Postado por JANE VALQUIRIA DOS SANTOS FISCHER

O CONSUMO HUMANO SUPERA CAPACIDADE

Segundo o relatório Planeta Vivo, realizado pela ONG internacional WWF, nós consumimos 30% mais recursos naturais do que o planeta pode repor a cada ano.
O relatório observa que a população humana e os níveis de consumo continuam crescendo mais rapidamente que a capacidade de regeneração dos sistemas naturais e , se nada for feito , até 2030 a humanidade ira precisar de duas Terras para dar suporte aos atuais niveis de consumo. Atualmente três quartos da população mundial vivem em paises que consomen mais recursos do que conseguem repor. Estados Unidos e China são os dois expoentes: cada um deles consome 21% dos recursos naturais do planeta.

Revista Aquecimento Global.

Maria Odete Ramos- Arleth Petrolli - Silvana Bicca

Obra de restauração está cortando árvores da praça





O Projeto Monumenta em Porto Alegre, desenvolvido pelo Ministério da Cultura, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Unesco, visa supostamente a restituir o visual da Praça da Alfândega ao seu original, do início do século XX, quando não se sabia ainda da importância das árvores no projeto urbano das cidades.

Para garantir esta discutível e dispensável “autenticidade”, o projeto cercou a praça (QUE SEMPRE FOI ABANDONADA PELA PREFEITURA) com um muro metálico de dois metros de altura e, assim escondido, dedicou-se a cortar sistematicamente mais de duas dezenas de árvores da praça, algumas centenárias.

O barulho execrável e ininterrupto das moto-serras, por dias, e a saída regular de caminhões do espaço cercado e trancado, carregando troncos e mais troncos de largo diâmetro, assim como a vista de cima, dão uma idéia da insensata e escondida destruição que lá dentro acontece.

Moro ao lado da praça e bem acima. Vejo com angústia crescente as clareiras se somarem em GRANDE VELOCIDADE, converso com os antigos frequentadores e transeuntes, artesãos e pequenos comerciantes ao redor, todos chocados e consternados com a velocidade e a extensão da destruição.

TODAS as árvores (algumas com mais de 30 anos) de AMBOS OS LADOS da avenida Sepúlveda, entre o MARGS e o Memorial, foram serradas e destruídas (sequer removidas a outro lugar). Dentro da praça, igualmente, os tocos dos troncos e os buracos atestam a destruição SEM PRECEDENTES das árvores lá plantadas, na CONTRAMÃO DA HISTÓRIA DO URBANISMO, em incompatibilidade com a qualidade de vida e o paisagismo esclarecido do século XXI, numa atitude burra, irrresponsável e INJUSTIFICÁVEL!!!

O Projeto Monumenta dá verbas para a “melhoria de praças e ruas” e eu gostaria de saber, o público desta cidade, os frequentadores desta praça TÊM O DIREITO de saber, em que este massacre insensato de árvores cuja copa garante ar puro e sombra versus a sujeira, a poluição e o calor massacrante do centro, aonde a palavra “MELHORIA” está prevista? Que melhoria é esta que destrói em grande escala a própria coisa que torna a praça um bem aos seus frequentadores. Ou eles acham que as pessoas lá vão pelos postes de luz? Pelo calçamento?

Todas as cidades em locais mais instruídos dedicam-se a criar espaços verdes ou aumentar os existents. Nossa prefeitura as destrói agora sob a desculpa de que vai criar um ambiente mais autêntico. Mas, se formos exigir autenticidade mesmo, que inundem aquela área, que antes pertencia ao rio. Ou que refaçam o espaço como era na chegada dos açorianos. Por que achar que o arbitrário autêntico é aquele em que não havia uma gestão
esclarecida do espaço da praça.

Por que a prefeitura não torna o centro mais humano e seguro fazendo coisas óbvias e sensatas, como exigir que a pavimentação das calçadas permita que idosos e crianças possam andar sem tombar diariamente nos milhões de buracos das calçadas (só para citar um MELHORIA necessária e ignorada pela prefeitura que decide investir o dinheiro destinado à melhoria da praça nesta sanha destruidora imperdoável)???

Conclamo as pessoas de bem, a mídia, aqueles com espírito responsável, aqueles com ética, bom-senso e espírito público, a protestarem e a interditarem este projeto insano que destrói um bem público necessário na suposta desculpa de recriar a estética arcaica e desnecessária às custas do bem-comum.


Postado por Juliana Bianchi em 21/06/2010
Fonte: Jornal Já www.jornalja.com.br/2010/04/19/documenta-destroi-dezenas-de-arvores-antigas-na-praca/

Atitude


Dez atitudes para ensinar o seu filho a cuidar do planeta

www.planetasustentavel.abril.com.br


Nunca é cedo demais para ensinar seu filho a cuidar do planeta. Aprenda dez atitudes simples e divertidas que vão te auxiliar nesta tarefa.
Quando você era criança, com certeza não ouvia tanto sobre sustentabilidade, escassez de água, poluição e desmatamento quanto hoje, não é? O grande problema é que o planeta está em estado de alerta e precisamos cuidar dele. Para isso, nada melhor do que ensinar as crianças, já que elas vão ser os adultos de um mundo que clama por socorro. Pensando nisso, preparamos dez atitudes que você pode tomar dentro de casa para que seu filho cresça consciente.

1. Fique atenta ao tempo do banho
Desde pequena, quando a criança começa a tomar banho com os pais, ensine-a a não desperdiçar água. Estipule, por exemplo, um tempo, que pode ser a duração de uma música, para ele se lavar. Esse bem precioso está se esgotando. Segundo dados da organização não governamental Greenpeace, falta água para cerca de 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo. E o Brasil, com uma das maiores reservas do planeta, é um dos países que mais desperdiçam esse recurso. A ONG chama a atenção para as pequenas coisas do dia a dia: o uso doméstico consome cerca de 10% do total e economizar água em casa faz muita diferença. Só para ter uma ideia, uma pessoa chega a usar mais de 300 litros ao dia na realização das atividades cotidianas.

2. Separe o lixo
O Greenpeace alerta que o Brasil produz 230 mil toneladas de lixo diariamente. Como conscientizar o pequeno? Comece ensinando-o a separar os resíduos limpos. Lixeiras coloridas para os diferentes materiais (plástico, papel, vidro) são uma boa opção para despertar o interesse do pequeno. "No carro, leve uma pequena sacola para papeizinhos e embalagens de guloseimas e chocolates", sugere Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia. Explique para a criança que jogar essas coisas na rua entope os bueiros, o que pode ocasionar inundações.

3. Conserte ou doe os brinquedos
Quando um carrinho ou uma boneca quebrar, conserte, em vez de descartá-lo. Além disso, você pode, juntamente com seu filho, inventar brinquedos com materiais recicláveis, como garrafas PET. "E, quando ele não quiser mais, doe para uma ONG ou para outras pessoas que possam utilizá-lo", completa Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia.

4. Procure objetos usados para comprar
Em algumas capitais, já é possível encontrar brechós de roupas infantis. O lugar é uma ótima opção tanto para comprar peças a preços camaradas como para colocar à venda acessórios que seu filho não usa mais. Isso porque muitas delas aceitam calças, sapatos e vestidos em consignação. Na sua cidade, não tem esse tipo de comércio? Então, outra boa ideia é organizar bazares entre as amigas para trocar as roupinhas. O que faz desses encontros um sucesso é reunir o maior número de amigas possíveis com filhos em diferentes idades. Assim todas aproveitam. Detalhe: nessas reuniões, leve as crianças. Faça desse momento uma pequena festa para as crianças brincarem e, de quebra, aprenderem o bom exemplo das mães e uma lição para a vida toda.

5. Utilize integralmente os alimentos
Mostre para o seu filho a variedade de opções que temos na cozinha. Por exemplo, invente sucos com as frutas que estão prestes a vencer. Pegue os restos de pão e reinvente o famoso pudim de pão - uma receita tradicional entre as avós. A cenoura, artigo único na geladeira, pode se transformar num gostoso bolo. Enfim, invente, invente, invente!

6. Use a sacola de tecido
Aproveite a onda das sacolas ecológicas, ou ecobags, para incutir no seu pequeno o quão bacana é levar as compras ali. No supermercado, diga não à versão de plástico. Com o passar do tempo, essa atitude, com certeza, será absolutamente normal para ele. Estranho mesmo serão as sacolinhas de plástico, que demoram anos e anos para se decompor.

7. Leve-o à feira
Leve seu bebê à feira desde pequeno. Ele vai criando intimidade com produtos frescos e orgânicos. Quando chegar aos 6 meses, incentive o consumo de frutas e legumes - essa atitude requer alimentos fresquinhos, comprados semanalmente.

8. Faça uma horta
Em casa ou na varanda do apartamento, cultive temperos em vasinhos. Isso mostra a importância de plantar, cuidar e se alimentar com o que vem da terra.

9. Apague as luzes sempre
Oriente seu filho a não deixar luzes acesas sem necessidade. E ainda a desligar todo e qualquer aparelho eletrônico. Qualquer que seja a fonte, a produção de eletricidade sempre causa alguma agressão ao meio ambiente. "Hidrelétricas inundam grandes áreas, alterando e destruindo ecossistemas. Termoelétricas emitem gases que contribuem para o efeito estufa. Usinas nucleares representam um risco permanente de acidentes, além de gerar lixo atômico, o que é extremamente perigoso", exemplifica a ONG Greenpeace. Economizar energia é uma maneira de diminuir a demanda por novas usinas e linhas de transmissão e distribuição e, consequentemente, os riscos de impactos ambientais e de apagões.

10. Ande mais a pé
Sempre que possível, deixe o carro em casa, principalmente quando o objetivo é fazer algo no próprio bairro. Vá de bicicleta ou caminhe de mãos dadas com o seu pequeno. Pode acreditar: ele vai adorar caminhar pela cidade e descobrir uma nova pracinha, uma árvore recheada de flores ou o latido dos cães. Vale o passeio!

Quando você era criança, com certeza não ouvia tanto sobre sustentabilidade, escassez de água, poluição e desmatamento quanto hoje, não é? O grande problema é que o planeta está em estado de alerta e precisamos cuidar dele. Para isso, nada melhor do que ensinar as crianças, já que elas vão ser os adultos de um mundo que clama por socorro. Pensando nisso, preparamos dez atitudes que você pode tomar dentro de casa para que seu filho cresça consciente.

1. Fique atenta ao tempo do banho
Desde pequena, quando a criança começa a tomar banho com os pais, ensine-a a não desperdiçar água. Estipule, por exemplo, um tempo, que pode ser a duração de uma música, para ele se lavar. Esse bem precioso está se esgotando. Segundo dados da organização não governamental Greenpeace, falta água para cerca de 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo. E o Brasil, com uma das maiores reservas do planeta, é um dos países que mais desperdiçam esse recurso. A ONG chama a atenção para as pequenas coisas do dia a dia: o uso doméstico consome cerca de 10% do total e economizar água em casa faz muita diferença. Só para ter uma ideia, uma pessoa chega a usar mais de 300 litros ao dia na realização das atividades cotidianas.

2. Separe o lixo
O Greenpeace alerta que o Brasil produz 230 mil toneladas de lixo diariamente. Como conscientizar o pequeno? Comece ensinando-o a separar os resíduos limpos. Lixeiras coloridas para os diferentes materiais (plástico, papel, vidro) são uma boa opção para despertar o interesse do pequeno. "No carro, leve uma pequena sacola para papeizinhos e embalagens de guloseimas e chocolates", sugere Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia. Explique para a criança que jogar essas coisas na rua entope os bueiros, o que pode ocasionar inundações.

3. Conserte ou doe os brinquedos
Quando um carrinho ou uma boneca quebrar, conserte, em vez de descartá-lo. Além disso, você pode, juntamente com seu filho, inventar brinquedos com materiais recicláveis, como garrafas PET. "E, quando ele não quiser mais, doe para uma ONG ou para outras pessoas que possam utilizá-lo", completa Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia.

4. Procure objetos usados para comprar
Em algumas capitais, já é possível encontrar brechós de roupas infantis. O lugar é uma ótima opção tanto para comprar peças a preços camaradas como para colocar à venda acessórios que seu filho não usa mais. Isso porque muitas delas aceitam calças, sapatos e vestidos em consignação. Na sua cidade, não tem esse tipo de comércio? Então, outra boa ideia é organizar bazares entre as amigas para trocar as roupinhas. O que faz desses encontros um sucesso é reunir o maior número de amigas possíveis com filhos em diferentes idades. Assim todas aproveitam. Detalhe: nessas reuniões, leve as crianças. Faça desse momento uma pequena festa para as crianças brincarem e, de quebra, aprenderem o bom exemplo das mães e uma lição para a vida toda.

5. Utilize integralmente os alimentos
Mostre para o seu filho a variedade de opções que temos na cozinha. Por exemplo, invente sucos com as frutas que estão prestes a vencer. Pegue os restos de pão e reinvente o famoso pudim de pão - uma receita tradicional entre as avós. A cenoura, artigo único na geladeira, pode se transformar num gostoso bolo. Enfim, invente, invente, invente!

6. Use a sacola de tecido
Aproveite a onda das sacolas ecológicas, ou ecobags, para incutir no seu pequeno o quão bacana é levar as compras ali. No supermercado, diga não à versão de plástico. Com o passar do tempo, essa atitude, com certeza, será absolutamente normal para ele. Estranho mesmo serão as sacolinhas de plástico, que demoram anos e anos para se decompor.

7. Leve-o à feira
Leve seu bebê à feira desde pequeno. Ele vai criando intimidade com produtos frescos e orgânicos. Quando chegar aos 6 meses, incentive o consumo de frutas e legumes - essa atitude requer alimentos fresquinhos, comprados semanalmente.

8. Faça uma horta
Em casa ou na varanda do apartamento, cultive temperos em vasinhos. Isso mostra a importância de plantar, cuidar e se alimentar com o que vem da terra.

9. Apague as luzes sempre
Oriente seu filho a não deixar luzes acesas sem necessidade. E ainda a desligar todo e qualquer aparelho eletrônico. Qualquer que seja a fonte, a produção de eletricidade sempre causa alguma agressão ao meio ambiente. "Hidrelétricas inundam grandes áreas, alterando e destruindo ecossistemas. Termoelétricas emitem gases que contribuem para o efeito estufa. Usinas nucleares representam um risco permanente de acidentes, além de gerar lixo atômico, o que é extremamente perigoso", exemplifica a ONG Greenpeace. Economizar energia é uma maneira de diminuir a demanda por novas usinas e linhas de transmissão e distribuição e, consequentemente, os riscos de impactos ambientais e de apagões.

10. Ande mais a pé
Sempre que possível, deixe o carro em casa, principalmente quando o objetivo é fazer algo no próprio bairro. Vá de bicicleta ou caminhe de mãos dadas com o seu pequeno. Pode acreditar: ele vai adorar caminhar pela cidade e descobrir uma nova pracinha, uma árvore.

postado por Estella Maris da Silveira Dutra

Trabalhos em aula






Última postagem da turma reunida em sala de aula, da disciplina de Ética e Desenvolvimento Sustentável, Serviço Social , Ulbra/Canoas, 2010/1.
21/06/10.

Diogenes, Maria de Lourdes e Savana

FAÇA PARTE

Não é novidade que o assunto meio ambiente veio para ficar em todas as esferas da nossa vida. Termos como responsabilidade ambiental, desenvolvimento sustentável, ecológicamente correto, entre outros, já nos soam familiares há algum tempo, mas, com tanta informação circulando por aí, fica difícil entender precisamente o que significa cada um deles, ainda mais porque, vira e mexe, surge um novo conceito, que passa a ficar em evidência.
Modismos a parte, toda esta carga de informação é necessária para que as atitudes humanas sejam modificadas.E isso não só em relação ao âmbito individual ou familiar mas também no que diz respeito as ações coletivas.O mundo todo tem que se conscientizar de que o problema do aquecimento global e da degradação do meio ambiente diz respeito a todos e a cada um de nós. Os esforços em prol de reverter este quadro em que o planeta se encontra devem ser colocados em prática com a máxima urgência.
Revista Aquecimento Global.
Maria Odete Ramos. Arleth Petrolli. Silvana Bicca